Escrivã é forçada atirar a roupa durante revista e causa a maior polêmica!
22/02/2011 De: João Batista
Está ganhando a maior repercussão e causando a maior polêmica quando a escrivã cujo nome é “Vanessa” foi flagrada recebendo propina. Sem outra alternativa e apoiados pela lei, os polícias forçaram a escrivã a ficar completamente nua enquanto era revistada.
Antes da revista começar, Vanessa acusava os policiais presentes no local que queriam vela nua, a acusada fez questão de ser revistada por uma mulher. “Com mulher sim, com homem não, afirmou a escrivã. Porém, a solicitação da acusada não foi atendida, já que na delegacia não havia nenhuma oficial da corregedoria presente no local”.
Os próprios policiais afirmavam que não há nenhuma lei em questão que garante que uma mulher só poderá ser revista por outra. Com base nesses argumentos as autoridades presentes, incluindo uma policial civil que estava no local realizaram a revista a força!
"A minha periquita vai aparecer!", diz a escrivã desesperada!
Ao fim deste vídeo, a mulher encontra-se totalmente nua, inclusive com suas partes íntimas expostas, com varias pessoas na sala e alguém filmando toda a ação. Clique aqui e veja o vídeo!
A todo tempo a detida em questão implora para que o procedimento seja feito por uma policial e num lugar à parte.
Ao fim deste vídeo, a mulher encontra-se totalmente nua, inclusive com suas partes íntimas expostas, com varias pessoas na sala e alguém filmando toda a ação.
De acordo com a delegada Maria Inês, o vídeo tem mais de 40 minutos e mostra toda negociação para que a escrivã entregasse o dinheiro, que seria a prova do crime. A escrivã colocou o dinheiro dentro da calça, fazendo com que fosse necessária à retirada das peças de roupa para a apreensão do dinheiro.
O vídeo foi feito em 15 de Julho de 2009, mais só agora o mesmo foi divulgado. Um inquérito foi aberto para apurar um possível abuso por parte do corregedor. “O promotor diz que não houve crime e não houve elemento subjetivo para crime de abuso. Os promotores do Gaeco se manifestaram da mesma forma. O Judiciário disse que eles usaram a força adequada”, explicou Maria Inês. O inquérito foi arquivado em janeiro de 2010.
De acordo com a corregedora geral, o caso não foi divulgado na época para preservar a imagem da escrivã.